A expansão das compras de medicamentos pela internet colocou a segurança do consumidor no centro do debate. Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest mostrou que 69% dos brasileiros consideram a falsificação o principal risco na compra de medicamentos online.
O levantamento ouviu 2.024 pessoas e revelou ainda que 59% temem receber produtos vencidos e 54% demonstram preocupação com medicamentos sem registro na Anvisa.
O tema ganhou força depois que a Anvisa abriu um processo para regulamentar a venda e a entrega de medicamentos por marketplaces.
A nova legislação permite que farmácias e drogarias licenciadas utilizem plataformas digitais para logística e entrega, mas a própria agência ressalta que ainda há regulamentação sanitária a ser definida.
Diante desse cenário, o consumidor deve verificar a procedência do estabelecimento antes de realizar uma compra.
Conferir se a farmácia é regularizada, observar informações da embalagem, validade, registro do medicamento e desconfiar de preços muito abaixo dos praticados no mercado são alguns dos cuidados que podem ajudar a evitar problemas.
Para as farmácias, a mudança também representa um novo desafio: conciliar a praticidade das vendas digitais com a segurança exigida para a comercialização de medicamentos.
Profissionais do setor podem orientar os consumidores sobre como identificar canais confiáveis de compra e quais sinais devem servir de alerta antes de finalizar um pedido pela internet.
*Com informações da j7 press







