Band AM
Facebook Instagram Twitter-square
Band AM
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured
Home CULTURA

Ivone Lara, 100 anos: como a enfermeira influenciou a sambista

Redação Band por Redação Band
13 de abril de 2022
em CULTURA
Tempo de leitura: 4
0
Ivone Lara, 100 anos: como a enfermeira influenciou a sambista

Liberdade e sonho. As palavras que se fundiram em versos atravessaram as “duas vidas” da enfermeira-sambista Ivone Lara (1922 – 2018). Ou seria sambista-enfermeira? A artista, que usou musicoterapia no cuidado com pacientes psiquiátricos ou nas composições marcantes que a tornaram uma musicista singular, faria 100 anos de idade nesta quarta-feira (13). 

“Ela  é um caso único na história da música brasileira. Isso porque, antes de lançar o primeiro disco, Dona Ivone dedicou 37 anos no trabalho como enfermeira e assistente social no serviço de doenças mentais”, afirma o biógrafo Lucas Nobile. Ele é o autor de Ivone Lara: a Primeira-dama do Samba, livro que conta uma das histórias mais complexas de uma personagem longeva da cultura brasileira. Ela morreu com 96 anos de idade.

“Felizmente, a gente tem pelo menos dez grandes sucessos de Dona Ivone que são tocados até hoje em toda roda de samba. Ela teve sua obra gravada pelos maiores cantores e cantoras do Brasil. Isso não é nenhum exagero dizer”, afirma o biógrafo. A música Sonho Meu, por exemplo, integrou o histórico disco Álibi, de Maria Bethânia, o primeiro álbum de uma cantora brasileira a ultrapassar 1 milhão de cópias. 

A enfermeira

A primeira vida profissional de Ivone Lara (de 37 anos de serviços) é igualmente marcante. Ela trabalhou na equipe da médica Nise da Silveira, que revolucionou o tratamento psiquiátrico no Brasil com ações humanizadas em contraste aos procedimentos agressivos como eletrochoques e lobotomia. “A doutora Nise passou a tratar aqueles pacientes com a utilização das artes [como visuais e plásticas]. A Dona Ivone Lara chega pra ela e sugere que ela crie uma salinha com instrumentos musicais lá no Hospital do Engenho de Dentro”, afirma o biógrafo.

Nise da Silveira acatou essa sugestão da Dona Ivone e passou a organizar o "tratamento com música" também na década de 1940, uma época em que mal se falava de musicoterapia.  A enfermeira, de maneira intuitiva, começou a aplicar aquele tratamento diferente ao longo de 37 anos.  A música não era apenas uma intuição para a enfermeira.

Influências por todos os lados

Ivone Lara nasceu em um berço musical. “Os pais eram músicos amadores. A mãe cantava e o pai tocava violão. Dona Ivone recebeu essas influências musicais dentro da família e não é exagero nenhum a gente dizer que também tem uma trajetória única na história da música brasileira”, afirma Nobile.

Dos pais, ela herdou a melodia dos “ranchos carnavalescos”, agremiações de carnaval anteriores às escolas de samba. Da tia, Vovó Tereza, ícone do Morro da Serrinha, recebeu a herança das matrizes africanas. Tereza era mãe dos dois primos sambistas, Hélio e Fuleiro.

“Com 12 anos de idade, ela compôs sua primeira música. Foram os primos que a levaram para o ambiente de carnaval e para a escola de samba Prazer da Serrinha.” Lá, ela conheceu o Oscar (filho do dono da agremiação), com quem se casaria em 1947. “Assim ela entra no ambiente do carnaval, que ainda era muito masculinizado, machista e misógino.” Para driblar os obstáculos e participar com sua música, ela mostrava as composições como se fossem feitas pelos primos. 

Ivone Lara ficou órfã cedo (na infância, perdeu o pai; na adolescência, a mãe). Aliás, foi a mãe que, para garantir uma boa educação formal para as filhas (para Ivone e para a irmã, Elza), teve a ideia de matriculá-las em uma escola pública que funcionava em regime de internato. Para isso, precisou declarar que Ivone tinha um ano a mais. Está registrada como nascida em 1921. “Ela mesma, em depoimento de viva voz, contou essa história de que a mãe dela aumentou a idade dela.”

Na escola, as alunas, naquele tempo, eram ensinadas a fazer trabalhos manuais como artesanato e costura. Mas foi lá também que ela aprendeu o canto orfeônico com a prática de canto em grupo. Teve professoras como a pianista Lucília Guimarães, que foi companheira de Heitor Villa-Lobos.

“Depois que Ivone perdeu a mãe, ela foi morar com o tio Dionísio, que tocava trombone e violão na sua escola e promovia saraus na casa dele”. Nos encontros, chegavam por lá músicos como Pixinguinha, Jacob do Bandolim e o Candinho do Trombone. “Dona Ivone assistia a essas pessoas no quintal da casa dela.”

Eram influências por toda a parte que iriam escrever a história da artista. Ela trabalhou por 37 anos com enfermagem em paralelo ao aprender musical, e cuidando dos doentes psiquiátricos. Em 1978, ela se aposentoou. O marido, que era muito ciumento, havia morrido. Ela tinha 56 anos de idade. “Aí finalmente ela gravou o seu primeiro disco. É um ano de estreia dela nessa carreira exclusivamente artística de forma muito impressionante”. Com Délcio Carvalho, ela compôs o grande sucesso Sonho Meu. “A estreia foi arrebatadora”, detalha Nobile.

Tags: 100 anosculturaivone larasamba

Leia também

Bolsa Universidade 2027: Prefeitura de Manaus divulga resultado da primeira chamada
CULTURA

Bolsa Universidade 2027: Prefeitura de Manaus divulga resultado da primeira chamada

15 de outubro de 2026
Dupla de Manaus vence seletiva do WCS Brasil e avança para final nacional Rayssa Deschain e Thiago Botelho conquistaram o primeiro lugar na categoria dupla durante a seletiva realizada no Pará; agora, os amazonenses se preparam para a etapa nacional, em São Paulo. A dupla de cosplayers amazonenses Thiago Botelho e Rayssa Deschain conquistou o primeiro lugar na seletiva do World Cosplay Summit (WCS) Brasil, realizada no Pará, no último domingo (27). Com uma apresentação inspirada no universo de Castelo Rá-Tim-Bum, os representantes de Manaus garantiram uma vaga na final nacional da competição, que será realizada no próximo ano, em São Paulo. Conhecido como uma das principais competições internacionais de cosplay, o WCS reúne representantes de diferentes países em uma disputa que tem sua final mundial realizada em Nagoya, no Japão. No Brasil, os competidores passam por seletivas regionais antes de avançarem para a etapa nacional. A dupla vencedora da final brasileira representa o país na competição mundial. Para chegar ao resultado, Thiago e Rayssa passaram cerca de um ano entre pesquisa, criação e confecção dos figurinos e elementos utilizados na apresentação. Segundo Rayssa, que é professora de Arte e voltou a fazer cosplay há cerca de um ano e meio após uma pausa para estudos e trabalho, nenhum dos figurinos foi comprado pronto. “Foi quase um ano entre o processo criativo, a criação das referências, a importação dos tecidos e a confecção dos cosplays. Nada foi comprado pronto, tudo foi produzido especialmente para os personagens.” A escolha do tema também teve uma relação afetiva com a produção brasileira. A ideia surgiu depois que Rayssa visitou uma exposição do Castelo Rá-Tim-Bum, em São Paulo. A experiência despertou lembranças e inspirou a dupla a transformar a nostalgia pelo programa em uma apresentação de cosplay. Para Thiago, que atua com Social Media e Marketing e faz cosplay há 20 anos, participar da competição também teve um significado especial pela escolha de uma obra brasileira. “Muito gratificante, principalmente pelo fato de termos escolhido uma mídia brasileira de um clássico tão amado pelo país, Castelo Rá-Tim-Bum.” A preparação envolveu não apenas os figurinos, mas também os itens cênicos utilizados pela dupla. Parte dos materiais precisou ser importada, aumentando o tempo necessário para a produção. “Já estávamos nos preparando há cerca de 12 meses, pois todo o figurino, bem como os itens cênicos, são artesanais e importados, demandam tempo de chegada no Brasil e tempo de confecção”, explica Thiago. Com a vitória na seletiva regional, a dupla agora começa uma nova etapa de preparação. Para a final nacional, o regulamento determina que os personagens escolhidos sejam de uma mídia japonesa, o que significa que Thiago e Rayssa terão um novo projeto de cosplay pela frente. “Agora vamos nos preparar para a etapa nacional, mas com um novo cosplay. A partir dessa fase, o regulamento exige que os personagens escolhidos sejam de uma mídia japonesa. Então começa um novo processo de criação e preparação”, afirma Rayssa. Para ela, a vitória no Pará também representa um reconhecimento da cena cosplay amazonense. Agora, a dupla começa a pensar no próximo projeto. Para Thiago, a expectativa com a etapa nacional já está alta. “Queremos novamente fazer algo que envolva personagens queridos tanto por nós quanto pelo público.” A final nacional do WCS está prevista para acontecer no próximo ano, em São Paulo. A dupla vencedora da etapa será responsável por representar o Brasil na final mundial, realizada no Japão.
CULTURA

Dupla de Manaus vence seletiva do WCS Brasil e avança para final nacional

12 de outubro de 2026
Teatro Amazonas recebe, nesta quinta-feira, às 20h, espetáculo com obras de Stravinsky e dança contemporânea
CULTURA

Teatro Amazonas recebe, nesta quinta-feira, às 20h, espetáculo com obras de Stravinsky e dança contemporânea

29 de setembro de 2026
"Corpos que Dançam, Mundos que Sentem" realiza atividades com alunos da Educação Especial da Escola Fueth Paulo Mourão Através da dança, artes visuais e música
CULTURA

“Corpos que Dançam, Mundos que Sentem” realiza atividades com alunos da Educação Especial da Escola Fueth Paulo Mourão Através da dança, artes visuais e música

23 de setembro de 2026
Amazonas define representante para o maior campeonato de batalha de rima do Brasil
CULTURA

Amazonas define representante para o maior campeonato de batalha de rima do Brasil

21 de setembro de 2026
Michelangelo Botto lança obra sobre a luta pela Meia-Passagem
CULTURA

Michelangelo Botto lança obra sobre a luta pela Meia-Passagem

18 de setembro de 2026
Ver mais

MAIS LIDAS

  • Amazonas Acontece recebe João Pilla, presidente da Âmbar Energia.

    Amazonas Acontece recebe João Pilla, presidente da Âmbar Energia

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Dupla de Manaus vence seletiva do WCS Brasil e avança para final nacional

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Ramsons lança em Manaus a nova linha de TVs premium Samsung Vision AI, com a estreia da Micro RGB

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
https://wa.me/5592993311697 https://wa.me/5592993311697 https://wa.me/5592993311697

Siga-nos

FALE CONOSCO

Todos os direitos reservados - Band Amazonas
Av. André Araújo, 1981 - Aleixo, Manaus - AM, 69060-000

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Contato
  • Notícias de Manaus, Amazonas e Brasil

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.