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Estudante amazonense detecta asteroides em projeto com a Nasa

Redação Band por Redação Band
7 de dezembro de 2021
em CULTURA
Tempo de leitura: 4
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Estudante amazonense detecta asteroides em projeto com a Nasa

A manauara Geovana Sousa Ramos, de 21 anos, detectou 46 asteroides ao participar do projeto Caça Asteroides MCTI, atividade de Ciência Cidadã do IASC/NASA (International Astronomical Search Collaboration) e de promoção das ciências, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

As atividades mensais foram realizadas entre junho e novembro, período em que a estudante desempenhou uma ação protagonista, para incentivar outras jovens do Brasil a se envolverem com as tecnologias e desmistificarem as ciências. A estudante possui o canal no YouTube  “Astrofísica e Ciência por Geovana Ramos” e divulga conteúdos científicos no Instagram @astrogeovana. 

Projeto 

Foram disponibilizados mais de 17.500 pacotes de imagens captadas pelos telescópios do Pan-STARRS, gerenciado pela Universidade do Havaí. Utilizando o software Astrometrica, foi possível a identificação dos padrões de possíveis asteroides, pertencentes a região entre Marte e Júpiter, ou em órbita próxima à Terra (NEOs), contribuindo com a detecção de novos, ou melhorando na precisão das órbitas dos já conhecidos. 

A universitária relata que, durante a caçada aos corpos celestes, os participantes recebem orientações e treinos de uma equipe especializada do MCTI/IASC/UFPE. “São fornecidos vários pacotes de fotos tiradas em dias diferentes, analisando as imagens e registrando os movimentos dos possíveis asteroides, submetemos relatórios ao IASC e periodicamente recebíamos confirmações de quais das nossas detecções foram confirmadas e encaminhadas para outras instituições astronômicas para dar continuidade aos estudos, como o MCP (Centro de Planetas Menores) e o IAU (União Astronômica Internacional)”, disse. 

Até a etapa de escolher os nomes para os asteroides inéditos, assim como as pesquisas científicas, poderá levar anos. O processo tem várias etapas, os asteroides são analisados em outras imagens de outros grupos de pesquisa astronômicas, como pelo Observatório Nacional, e seu Projeto OASIS no sertão pernambucano, na cidade de Itacuruba, onde está instalado um telescópio remoto. Os estágios de classificação dos asteroides são: preliminares, provisórios e numerados, quando finalmente será possível nomeá-los.

“Enquanto esta fase não chega, utilizei de criatividade nos relatórios, mesmo seguindo padrões de nomenclatura, referenciei nos primeiros com minhas iniciais GSR0001 a GSR0009 e em outros fiz homenagens a meu pai e minha irmã, PAI0010 e DANA003, respectiviamente. As demais são homenagens a familiares e amigos”, explicou. 

Medalha e certificado de Honra ao Mérito

Ao fim da edição de novembro deste ano, que foi realizada em parceria com o Projeto de Extensão Universitária da UFPE, Geovana recebeu certificados de reconhecimento assinados pelo MCTI/IASC/NASA e foi convidada pelo MCTI a participar da 18° Edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que acontece em Brasília, onde nesta quarta-feira, 9/12, receberá uma medalha e certificado de honra ao mérito entregues pelo astronauta e Ministro da Ciência, Marcos Pontes. 

Carreira

Geovana Ramos é natural de Manaus (AM) e atualmente, mora no município de Tianguá, interior do Ceará, onde cursa o 1º período de Licenciatura em Física no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE – Campus Sobral). Criada no bairro Jorge Teixeira, na zona Leste da capital amazonense, a jovem cursou o Ensino Médio e se formou em 2017 no IV Colégio Militar da Polícia Militar (CMPM) Áurea Pinheiro Braga, bairro Grande Vitória, também na zona Leste.

A jovem decidiu ingressar no Ensino Superior em outro estado devido a não abertura de vagas pelo SISU na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) no início do ano e viu a possibilidade de estudar no Ceará, onde o campo de atuação é referência. Apaixonada por ciência desde criança, um dos maiores objetivos dela é conquistar um prêmio Nobel.

“Trazer o Nobel para nosso país é comprovar o quão nossa ciência é desenvolvida, ainda que sem tanto orçamento governamental. O cientista brasileiro chama atenção mundial, tendo que, muitas vezes, sair do país para ganhar reconhecimento. Onde eu estiver, o Brasil estará sempre comigo.”, afirmou. 

 

Tags: amazonenseestudanteNasaprojeto

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