Band AM
Facebook Instagram Twitter-square
Band AM
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured
Home CULTURA

Documentário sobre “Santa Etelvina” estreia no cemitério São João Batista

Filme produzido pela CM ArteCultura & Produções tem exibição marcada para 15 de maio, às 20h, em local com relação direta à memória da personagem

Redação por Redação
6 de maio de 2026
em CULTURA
Tempo de leitura: 4
0
Documentário sobre "Santa Etelvina" estreia no cemitério São João Batista

(Foto: Divulgação/ asscom)

O Cemitério São João Batista, em Manaus, recebe, no dia 15 de maio, às 20h, a estreia de Etelvina – A Ressignificação da Tragédia. O documentário, dirigido por Cleinaldo Marinho e produzido pela CM ArteCultura & Produções, marca os 125 anos do assassinato de Etelvina de Alencar, morta em 1901 na então Colônia Campos Sales, região onde hoje se situa o bairro que leva seu nome.

O filme percorre esse período por meio da história de Manaus para acompanhar como fiéis peregrinam até seu túmulo e ressignificaram sua morte trágica e violenta, transformando-a na chamada “Santa Etelvina”, em razão das graças a ela atribuídas. É a primeira vez em que será montada uma estrutura de exibição cinematográfica em um cemitério no Amazonas.

O diretor afirma que a escolha por realizar a estreia no cemitério não tem a intenção de transformar aquele espaço em um cenário.

“É, na verdade, a extensão da proposta do próprio filme, pois ali está guardada parte da memória de Etelvina de Alencar. Segundo Marinho, “É posicionamento. A arte e a cultura têm o poder de transformar um espaço de luto em um espaço de escuta, de converter a ausência em presença e o silêncio em voz. O cemitério é um acervo a céu aberto, onde a memória resiste, onde a tristeza, o amor e a fé se
manifestam em resiliência. Por que não ressoar a arte para deslocar sentidos, vislumbrando a
cultura de um lugar?”

Inaugurado em 1890, o cemitério está localizado na zona Centro-Sul de Manaus e foi reconhecido como Patrimônio Histórico do Estado do Amazonas. O tombamento se deve ao conjunto de suas construções, como a capela em estilo gótico, os pórticos e as sepulturas que apresentam relevância religiosa, histórica, cultural e arquitetônica.

O espaço reúne diferentes técnicas construtivas e materiais característicos de épocas passadas, incluindo cerâmica inglesa, esculturas artísticas e acabamentos marmorizados. Entre os elementos preservados, destaca-se
o antigo gradil, montado com rebites de ferro e anéis decorativos de chumbo, utilizados para reforçar a estrutura em um período anterior à solda elétrica. O cemitério também mantém um extenso acervo documental, com registros de sepultamentos que remontam a 1882.

O filme faz parte de um conjunto de trabalhos do diretor Cleinaldo Marinho em torno de trajetórias femininas apagadas ou marginalizadas na história do Amazonas. Embora o termo feminicídio seja recente, o documentário evidencia que as estruturas que o definem, como o controle, a posse, o ciúme e a dominação, atravessam gerações.

“O feminicídio é o assassinato de mulheres por serem mulheres. O caso da Etelvina reúne todos esses elementos. Ao revisitaro episódio, mostramos que essa violência é histórica e ainda persiste”, diz Marinho.

Em trabalhos anteriores, o diretor voltou-se para a vida da poetisa Violeta Branca, a primeira mulher a ingressar na Academia Amazonense de Letras, no espetáculo teatral Ritmos de Inquieta Alegria, baseado no livro homônimo. Em Ária – Fazendo a Vida Viver, reconstruiu a memória de Ária Ramos, artista de futuro promissor que teve fim trágico na Manaus da Belle Époque.

Com o mesmo compromisso, “trazer essas histórias para o centro, não apenas como personagens individuais, mas como expressões de contextos sociais, culturais e políticos mais amplos. Ao revisitar essas trajetórias, buscamos também reequilibrar narrativas e ampliar o repertório de memória da região”, reforça o diretor.

A atriz Rosana Neves, que já havia trabalhado com Marinho em Ária, retorna como protagonista na estrutura ficcional do filme.

“Foi um processo de descoberta, construção e responsabilidade. O que fica para mim é a força dessa mulher, que agora também faz parte da minha história como atriz”.

Para Marinho, a obra não pretende encerrar a história, mas abrir caminhos de reflexão sobre memória, violência, fé e construção social de narrativas. “É também um convite a pensar como transformamos dor em significado e como determinadas histórias persistem não apenas pelo que aconteceu, mas pelo que passam a representar.”

Etelvina – A Ressignificação da Tragédia é um projeto contemplado pelo Edital de Audiovisual da Lei Paulo Gustavo, via Concultura, com recursos do Governo Federal.

Ficha Técnica

  • Direção: Cleinaldo Marinho.
  • Roteiro: Black Marialva e Cleinaldo Marinho.
  • Produção Executiva: CM ArteCultura & Produções.
  • Direção de Produção: Denis Carvalho e Beto Padilha.
  • Direção de Fotografia: Lucio Silva.
  • Câmera: Ricardo Sassaki.
  • Câmera de Depoimentos: Jair Campos.
  • Assistente de Câmera: Marcos Antônio (Casca).
  • Maquinaria: Marcelo Silva (Marcelinho).
  • Elétrica: Nei Santos. Som Direto: Denny Gomes e Márcio Garcia Jr.
  • Masterização de Som e Trilha Sonora: Lucas Lima.
  • Edição e Finalização: Black Marialva.
  • Direção de Arte: Beto Padilha e Denis Carvalho.
  • Figurino: Cleide Santana (Nega).
  • Produtor de Objetos: Marcos Rodrigues (Marquinhos).
  • Cenotécnico: Fred Barbosa.
  • Contrarregras: Paulo Góes.
  • Logística Técnica: Erickson Fernandes.
  • Maquiagem: Eugênio Lima e Jamylle Jackson.
  • Comunicação: Rina Sales.
  • Legendas e Colorização: Daniel Castilho.
  • Identidade Visual: Jackson Matos.
  • Transporte: Ataliba Almeida.
  • Catering: Glaucia Mata.
  • Elenco: Rosana Neves, Neuriza Figueira, Ádria Alves, Larissa Baraúna, Dimas Mendonça, Márcio Braz, Fagner Coelho, Denis Carvalho, Jean Melo, Ruan Viana, Elizeu Melo, Giovana Bessa, Miro Messa e Raquel Cunha.
Tags: AmazonascemitérioCleinaldo MarinhoCM Arte CulturaculturadocumentárioestreiaEtelvina de AlencarFilmeManausnotíciaproduçãoSanta EtelvinaSão João Batista

Leia também

Série Encontro das Águas 2026 anuncia maratona de espetáculos inéditos no Teatro Amazonas
CULTURA

Cinema, rock, pop e balé: Série Encontro das Águas 2026 anuncia maratona de espetáculos inéditos no Teatro Amazonas

10 de junho de 2026
Centro Cultural Palácio da Justiça celebra 20 anos com programação especial gratuita
CULTURA

Centro Cultural Palácio da Justiça celebra 20 anos com programação especial gratuita

10 de junho de 2026
44º Festival do Parque Dez une tradição, inclusão e título de patrimônio
CULTURA

44º Festival do Parque Dez une tradição, inclusão e título de patrimônio

5 de junho de 2026
Casarão de Ideias e Iphan resgatam a tradição das tacacazeiras, às quintas, no Centro de Manaus
CULTURA

Casarão de Ideias e Iphan resgatam a tradição das tacacazeiras, às quintas, no Centro de Manaus

1 de junho de 2026
Governo do Amazonas participa de homenagem ao Festival Folclórico de Parintins na Aleam
CULTURA

Governo do Amazonas participa de homenagem ao Festival Folclórico de Parintins na Aleam

29 de maio de 2026
Zona Geek 2026 chega a Manaus com feira asiática, cosplay e atrações da cultura pop
CULTURA

Zona Geek 2026 chega a Manaus com feira asiática, cosplay e atrações da cultura pop

21 de maio de 2026
Ver mais

MAIS LIDAS

  • Band Eleições 2026 recebe Senador Plínio Valério

    Band Eleições 2026: Senador Plínio Valério defende combate a ONGs que travam a BR-319 e defende legalização do garimpo familiar

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Tentativa de homicídio: mulher é baleada na avenida Grande Circular

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Leite no bolo de cenoura? Saiba o porquê não é recomendado

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
https://wa.me/5592993311697 https://wa.me/5592993311697 https://wa.me/5592993311697

Siga-nos

FALE CONOSCO

Todos os direitos reservados - Band Amazonas
Av. André Araújo, 1981 - Aleixo, Manaus - AM, 69060-000

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Contato
  • Portal

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.