Band AM
Facebook Instagram Twitter-square
Band AM
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured
Home CIDADES

Mais de 70% dos municípios não têm ensino da história afro-brasileira

Redação Band por Redação Band
18 de abril de 2023
em CIDADES
Tempo de leitura: 4
0
Mais de 70% dos municípios não têm ensino da história afro-brasileira

Sete em cada dez secretarias municipais de educação não realizaram nenhuma ação ou poucas ações para implementação do ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas, conforme pesquisa divulgada nesta terça-feira (18/4), em Brasília, pelo Instituto Alana e Geledés Instituto da Mulher Negra.  

O estudo ouviu, em 2022, gestores de 1.187 secretarias municipais de educação, o que corresponde a 21% das redes de ensino dos municípios, sobre o cumprimento da Lei 10.639/03, que tornou obrigatório o ensino para o combate ao racismo nas escolas há 20 anos.

Os municípios são os principais responsáveis pela educação básica. Do total, constatou-se que 29% das secretarias têm ações consistentes e perenes de atendimento à legislação; 53% fazem atividades esporádicas, projetos isolados ou em datas comemorativas, como no Dia da Consciência Negra (20 de novembro); e 18% não realizam nenhum tipo de ação. As secretarias que não adotam nenhuma ou poucas ações, juntas, somam 71%. 

“Os municípios alegam como principais desafios para implementação da lei a ausência de apoio de outros entes governamentais e a falta de conhecimento de como aplicar a legislação. Há indicação do baixo engajamento ou a resistência de profissionais a esse tema. Temos algumas frentes que a gente pode incidir para implementação da lei”, explica a analista de políticas públicas do Instituto Alana, Beatriz Benedito.  

Para os institutos, os dados mostram a necessidade de compromisso político para a norma ser efetivada, como ocorre nos municípios com ações estruturadas, em que há, por exemplo, regulamentos locais, recursos no orçamento, presença de equipe técnica dedicada ao tema e planejamento anual das atividades.  

“[O resultado da pesquisa] mostra que não se leva a sério uma legislação, uma política pública. É compreensível que enfrentamos período longo sem investimento na área, o que não pode ser visto como justificativa. Não dá para ter uma educação de qualidade se não pensar em um ensino antirracista, uma sociedade mais justa, se não tiver uma educação antirracista”, argumenta a sócia e consultora em Educação de Geledés, Tânia Portella. 

 

Temáticas  

Segundo a pesquisa Lei 10.639/03: a atuação das Secretarias Municipais de Educação no ensino de história e cultura africana e afro-brasileira, 42% dos órgãos responderam que os profissionais têm dificuldade em aplicar o ensino nos currículos e nos projetos e 33% disseram não ter informações suficientes a respeito da temática. Quanto à periodicidade das atividades, 69% declararam realizar a maior parte dos eventos em novembro, mês do Dia da Consciência Negra. 

A maioria dos gestores considera a diversidade cultural, literatura e alimentação como os temas mais importantes a serem tratados no ensino da história afro-brasileira. 

Na avaliação de Tânia Portella, os temas (música, danças, culinária) são interessantes para aguçar a curiosidade dos estudantes, mas as atividades curriculares não devem ser limitadas a esse enfoque.  

“As participações ficam somente nessa linha de abordagem. A população negra contribuiu muito mais, na tecnologia, na escrita. Isso diz muito sobre hierarquização de saber e relações de poder”, explica. “É preciso lidar com entendimento de porque temos uma sociedade racista, a juventude negra é morta, mulheres negras morrem mais no parto que brancas. Tudo está vinculado a fazer uma abordagem na escola, precisa ser problematizado também nas escolas”, acrescenta.  

Para a consultora Beatriz Benedito, são temas que despertam o diálogo e contribuem para formação de autoestima de crianças e adolescentes negros, “que muitas vezes nas escolas só se veem na disciplina de história, quando se fala da escravização. Mas a gente também reforça a importância de se discutir relações de poder, constituição de privilégios, reforçar em seus processos de ensinamento e práticas escolares noções que permitam que a reflexão avance”, afirma. 

 

O que diz a Lei 10.639/03 

A lei alterou as diretrizes e bases da educação nacional para a inclusão obrigatória do ensino da história e cultura afro-brasileira na rede pública e particular de ensino fundamental e médio. 

Conforme o texto, o conteúdo deve abordar o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra e a participação do negro na formação da sociedade brasileira, nas áreas social, econômica e política.

Tags: Afro-brasileiroBraisl. Pesquisaeducação

Leia também

Defensoria Pública celebra Dia das Mães com foco no fortalecimento de vínculos de jovens do sistema socioeducativo Atividade do projeto ‘Ensina-me a Sonhar’ no Centro Dagmar Feitoza contou com palestra do escritor Tenório Telles e confraternização entre filhos e mães A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) realizou, nesta quarta-feira (6), uma atividade especial do projeto “Ensina-me a Sonhar” no Centro Socioeducativo Dagmar Feitoza, localizado no bairro Alvorada, na Zona Centro-Oeste de Manaus. A ação em homenagem ao Dia das Mães, celebrado no próximo domingo, reuniu jovens que cumprem medidas socioeducativas e suas mães, em uma tarde com palestra do escritor Tenório Telles e momento de confraternização. Coordenador do “Ensina-me”, o defensor público Eduardo Ituassú explica que uma das técnicas de abordagem da socioeducação e da ressocialização é a reinserção familiar e o estreitamento dos vínculos familiares. “Muitas vezes, os adolescentes quando passam por esses problemas estão com os vínculos familiares fragilizados e até rompidos. Então, a equipe técnica faz esse trabalho de reestreitar o vínculo, e a Defensoria vem buscando isso também”, disse. “Por isso, trouxemos mães biológicas e afetivas para esse momento, essa tarde de poesia, de reflexão e exemplos, mostrando que todos nós temos problemas, mas todos nós também temos capacidade de superá-los”, pontuou. A iniciativa foi recebida com emoção pelas mães presentes. Mariana de Oliveira Gomes disse que momentos como esse são essenciais para que os jovens compreendam o valor da união familiar em suas vidas. “Hoje percebi que todos nós temos lutas parecidas. E nós não podemos desistir dos nossos filhos, porque eles são presentes de Deus nas nossas vidas”, afirmou. O sentimento de esperança também foi compartilhado por Grasiane Rodrigues Andrade, que vê no projeto uma oportunidade de recomeço após períodos de extrema dificuldade. “É um incentivo e uma ajuda muito grande. É um recomeço para nós, como mães, e para nossos filhos voltarem a sonhar”, disse. Grasiane relatou sua luta pessoal, mencionando que o filho chegou a viver em situação de rua por meses e que ela enfrentou a depressão, mas que hoje vive um momento de renovação. “Para mim é uma esperança nova. Acredito que hoje meu filho está por cima de tudo o que ele passou, assim como todos os jovens que estão aqui”, acrescentou. Palestrante convidado, o escritor Tenório Telles contou um pouco de sua trajetória e a importância do apoio e aconselhamento da mãe para o seu desenvolvimento pessoal. Sobre o diálogo com os jovens e suas mães, ele descreveu a experiência como um momento de profunda humanidade e solidariedade. Conforme o escritor, ouvir os relatos de sacrifício das mães reforça a necessidade de ações coletivas para o resgate dos jovens. “São momentos que nos fazem ver como podemos contribuir para o processo de resgate da vida das pessoas, em especial dos jovens. O ‘Ensina-me a Sonhar’ é um projeto de profunda humanidade e um exemplo do que pode ser feito para melhorar a sociedade e proporcionar oportunidades para famílias que, muitas vezes, vivem no desespero”, observou Telles. “Saio daqui contente, muito feliz de ver que esse trabalho está dando resultados e que muitas mães estão conseguindo resgatar seus filhos da violência”, concluiu. A atividade contou com a participação das defensoras Monique Cruz e Dâmea Mourão, também coordenadoras do “Ensina-me a Sonhar”, e com o apoio técnico dos servidores da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Sejusc). Sobre o projeto Lançado em 2017, o projeto “Ensina-me a Sonhar” promove para jovens em cumprimento de medidas socioeducativas oficinas, palestras e ações formativas voltadas à educação, cidadania e inserção no mercado de trabalho, evitando reincidências. Profissionais de diversas áreas conversam com os jovens, visando ampliar perspectivas para os adolescentes. “Buscamos mostrar para os adolescentes que todos nós passamos problemas, mas todos nós temos a capacidade de nos reinventar. Então, o Ensina-me a Sonhar mostra as possibilidades, procurando dar um novo caminho e mostrar para a família que tudo é possível”, explicou o defensor Eduardo Ituassú. Texto: Luciano Falbo Fotos: Luiz Felipe Santos/DPE-AM
CIDADES

Defensoria Pública celebra Dia das Mães com foco no fortalecimento de vínculos de jovens do sistema socioeducativo

7 de maio de 2026
’Defensoria Tá na Área’ chega à segunda comunidade indígena de Borba para atendimento jurídico gratuito
CIDADES

’Defensoria Tá na Área’ chega à segunda comunidade indígena de Borba para atendimento jurídico gratuito

7 de maio de 2026
Higienização adequada reduz riscos de crises alérgicas em ambientes fechados
CIDADES

Higienização adequada reduz riscos de crises alérgicas em ambientes fechados

7 de maio de 2026
Amazonas sediará lançamento de obra coletiva sobre a participação da Defensoria Pública na COP30
CIDADES

Amazonas sediará lançamento de obra coletiva sobre a participação da Defensoria Pública na COP30

7 de maio de 2026
Opera+ Amazonas é ampliado com foco em cirurgias de alta complexidade e saúde da mulher
CIDADES

Opera+ Amazonas é ampliado com foco em cirurgias de alta complexidade e saúde da mulher

7 de maio de 2026
Campanha ‘Maio Amarelo 2026’ é lançada em Manaus
CIDADES

Campanha ‘Maio Amarelo 2026’ é lançada em Manaus com foco na conscientização no trânsito

7 de maio de 2026
Ver mais

MAIS LIDAS

  • Documentário sobre "Santa Etelvina" estreia no cemitério São João Batista

    Documentário sobre “Santa Etelvina” estreia no cemitério São João Batista

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Band Mulher especial Dia das Mães traz histórias de mulheres empreendedoras

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Dois homens são procurados por roubo a ônibus da linha 126 em Manaus

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0

Siga-nos

FALE CONOSCO

Todos os direitos reservados - Band Amazonas
Av. André Araújo, 1981 - Aleixo, Manaus - AM, 69060-000

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Contato
  • Portal

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.