Band AM
Facebook Instagram Twitter-square
Band AM
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured
Home CIDADES

Constituição e Lei Maria da Penha ganharão tradução em idioma indígena

Redação Band por Redação Band
18 de maio de 2023
em CIDADES
Tempo de leitura: 3
0
Constituição e Lei Maria da Penha ganharão tradução em idioma indígena

Quinze tradutores indígenas estão trabalhando em uma tradução da Constituição Federal para o nheengatu, língua de origem tupinambá falada por diversos povos que vivem na região amazônica. O trabalho deve ser concluído em outubro, com o lançamento da obra em uma cerimônia na cidade de São Gabriel da Cachoeira (AM). Será a primeira versão da Carta Magna em idioma indígena.

A iniciativa é do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está sendo coordenada pelo presidente da Biblioteca Nacional, Marco Lucchesi, e pelo professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) José Ribamar Bessa. Outro projeto pretende traduzir a Lei Maria da Penha para idiomas indígenas, atendendo a uma demanda apresentada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Segundo Lucchesi, essas iniciativas são apenas o começo.

“Como o nheengatu tem uma relação importante com a língua portuguesa, no sentido de ser permeável, a gente vai dar uma ampliação maior no diálogo com a perspectiva jurídica". Lucchesi destaca também duas questões associadas a essas iniciativas: disseminar o direito e dar protagonismo às línguas originárias.

O nheengatu é conhecido como língua geral amazônica. Ela começa a se formar espontaneamente por meio do contato entre indígenas de diferentes etnias nos aldeamentos coloniais, mas passa por diversas transformações por influência dos portugueses, sobretudo dos missionários religiosos que buscaram gramatizá-la e padronizá-la. No livro Introdução ao Estudo das Línguas Crioulas e Pidgins, o pesquisador Hildo Couto define o nheengatu como idioma cujo léxico é constituído a partir do tupi, enquanto a gramática se aproxima do português.

Apesar de ser um trabalho que Lucchesi vem desenvolvendo de forma pessoal, as traduções se alinham com um dos focos de atuação da Biblioteca Nacional sob sua gestão: aumentar o acervo da instituição relacionado aos povos indígenas e outras populações tradicionais do país. “São quase 300 línguas no Brasil, segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]. Estamos conferindo e organizando o ordenamento dos livros bilingues, para que a Biblioteca também os acolha”, explica.

A ampliação do acervo já está em andamento. A instituição está guardando fotos de populações do Vale do Javari, no Amazonas, produzidas no mês de março durante expedição que contou com a participação de Luchesi. Além disso, nos próximos dias, serão recebidas cópias de cartazes elaborados pelo TJMT que trazem informações importantes das línguas maternas de vários povos indígenas.

“A Biblioteca Nacional é o espelho da memória do país. Se o Brasil desaparecesse e a Biblioteca Nacional ficasse, ela teria a capacidade de especular, refletir e devolver a imagem do país, porque aqui existem vários brasis. Ela tem aqui dentro a polifonia, todas as vozes”, avalia Lucchesi. Ele adiantou que a instituição está programando viagens a territórios quilombolas para também produzir registros nesses locais. "Estamos hoje preocupados em ampliar o nosso dossiê étnico”.

 

Internacionalização

A Biblioteca Nacional também está intensificando projetos de internacionalização da cultura brasileira. Um deles é a concessão de bolsas de tradução de obras brasileiras com demanda de leitores em outros países. Por meio dessa iniciativa, a obra A Paixão Segundo GH, de Clarice Lispector, ganhou em fevereiro sua primeira tradução em ucraniano. A autora nasceu no país europeu, mas veio para o Brasil ainda pequena, naturalizando-se depois.

Um aporte de R$ 1 milhão foi feito pelo Ministério da Cultura para financiar as bolsas este ano. De acordo com Lucchesi, a instituição pleiteia recursos também para a expansão do prédio anexo e para acelerar a digitalização das obras. Atualmente, cerca de um terço do acervo de mais de 10 milhões de itens está digitalizado.

Tags: constituiçãoindígenas

Leia também

Operação Segurança Presente reforça policiamento nas ruas da zona oeste de Manaus
CIDADES

Operação Segurança Presente reforça policiamento nas ruas da zona oeste de Manaus

8 de maio de 2026
Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 45 milhões
CIDADES

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 45 milhões

8 de maio de 2026
Defensoria Pública celebra Dia das Mães com foco no fortalecimento de vínculos de jovens do sistema socioeducativo Atividade do projeto ‘Ensina-me a Sonhar’ no Centro Dagmar Feitoza contou com palestra do escritor Tenório Telles e confraternização entre filhos e mães A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) realizou, nesta quarta-feira (6), uma atividade especial do projeto “Ensina-me a Sonhar” no Centro Socioeducativo Dagmar Feitoza, localizado no bairro Alvorada, na Zona Centro-Oeste de Manaus. A ação em homenagem ao Dia das Mães, celebrado no próximo domingo, reuniu jovens que cumprem medidas socioeducativas e suas mães, em uma tarde com palestra do escritor Tenório Telles e momento de confraternização. Coordenador do “Ensina-me”, o defensor público Eduardo Ituassú explica que uma das técnicas de abordagem da socioeducação e da ressocialização é a reinserção familiar e o estreitamento dos vínculos familiares. “Muitas vezes, os adolescentes quando passam por esses problemas estão com os vínculos familiares fragilizados e até rompidos. Então, a equipe técnica faz esse trabalho de reestreitar o vínculo, e a Defensoria vem buscando isso também”, disse. “Por isso, trouxemos mães biológicas e afetivas para esse momento, essa tarde de poesia, de reflexão e exemplos, mostrando que todos nós temos problemas, mas todos nós também temos capacidade de superá-los”, pontuou. A iniciativa foi recebida com emoção pelas mães presentes. Mariana de Oliveira Gomes disse que momentos como esse são essenciais para que os jovens compreendam o valor da união familiar em suas vidas. “Hoje percebi que todos nós temos lutas parecidas. E nós não podemos desistir dos nossos filhos, porque eles são presentes de Deus nas nossas vidas”, afirmou. O sentimento de esperança também foi compartilhado por Grasiane Rodrigues Andrade, que vê no projeto uma oportunidade de recomeço após períodos de extrema dificuldade. “É um incentivo e uma ajuda muito grande. É um recomeço para nós, como mães, e para nossos filhos voltarem a sonhar”, disse. Grasiane relatou sua luta pessoal, mencionando que o filho chegou a viver em situação de rua por meses e que ela enfrentou a depressão, mas que hoje vive um momento de renovação. “Para mim é uma esperança nova. Acredito que hoje meu filho está por cima de tudo o que ele passou, assim como todos os jovens que estão aqui”, acrescentou. Palestrante convidado, o escritor Tenório Telles contou um pouco de sua trajetória e a importância do apoio e aconselhamento da mãe para o seu desenvolvimento pessoal. Sobre o diálogo com os jovens e suas mães, ele descreveu a experiência como um momento de profunda humanidade e solidariedade. Conforme o escritor, ouvir os relatos de sacrifício das mães reforça a necessidade de ações coletivas para o resgate dos jovens. “São momentos que nos fazem ver como podemos contribuir para o processo de resgate da vida das pessoas, em especial dos jovens. O ‘Ensina-me a Sonhar’ é um projeto de profunda humanidade e um exemplo do que pode ser feito para melhorar a sociedade e proporcionar oportunidades para famílias que, muitas vezes, vivem no desespero”, observou Telles. “Saio daqui contente, muito feliz de ver que esse trabalho está dando resultados e que muitas mães estão conseguindo resgatar seus filhos da violência”, concluiu. A atividade contou com a participação das defensoras Monique Cruz e Dâmea Mourão, também coordenadoras do “Ensina-me a Sonhar”, e com o apoio técnico dos servidores da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Sejusc). Sobre o projeto Lançado em 2017, o projeto “Ensina-me a Sonhar” promove para jovens em cumprimento de medidas socioeducativas oficinas, palestras e ações formativas voltadas à educação, cidadania e inserção no mercado de trabalho, evitando reincidências. Profissionais de diversas áreas conversam com os jovens, visando ampliar perspectivas para os adolescentes. “Buscamos mostrar para os adolescentes que todos nós passamos problemas, mas todos nós temos a capacidade de nos reinventar. Então, o Ensina-me a Sonhar mostra as possibilidades, procurando dar um novo caminho e mostrar para a família que tudo é possível”, explicou o defensor Eduardo Ituassú. Texto: Luciano Falbo Fotos: Luiz Felipe Santos/DPE-AM
CIDADES

Defensoria Pública celebra Dia das Mães com foco no fortalecimento de vínculos de jovens do sistema socioeducativo

7 de maio de 2026
’Defensoria Tá na Área’ chega à segunda comunidade indígena de Borba para atendimento jurídico gratuito
CIDADES

’Defensoria Tá na Área’ chega à segunda comunidade indígena de Borba para atendimento jurídico gratuito

7 de maio de 2026
Higienização adequada reduz riscos de crises alérgicas em ambientes fechados
CIDADES

Higienização adequada reduz riscos de crises alérgicas em ambientes fechados

7 de maio de 2026
Amazonas sediará lançamento de obra coletiva sobre a participação da Defensoria Pública na COP30
CIDADES

Amazonas sediará lançamento de obra coletiva sobre a participação da Defensoria Pública na COP30

7 de maio de 2026
Ver mais

MAIS LIDAS

  • Documentário sobre "Santa Etelvina" estreia no cemitério São João Batista

    Documentário sobre “Santa Etelvina” estreia no cemitério São João Batista

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Band Mulher especial Dia das Mães traz histórias de mulheres empreendedoras

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Dois homens são procurados por roubo a ônibus da linha 126 em Manaus

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0

Siga-nos

FALE CONOSCO

Todos os direitos reservados - Band Amazonas
Av. André Araújo, 1981 - Aleixo, Manaus - AM, 69060-000

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Contato
  • Portal

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.