Band AM
Facebook Instagram Twitter-square
Band AM
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
  • HOME
  • CIDADES
  • POLÍCIA
  • POLÍTICA
  • ELEIÇÕES
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • MUNDO
  • VÍDEOS
https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured https://www.youtube.com/@bandamazonas13/featured
Home ESPORTE

Novas regras da Fifa impõem multa para casos de racismo no futebol e reforçam punição por WO

Fifa impôs uma multa máxima de 5 milhões de francos suíços (R$ 34 milhões)

Alex Bulcão por Alex Bulcão
10 de maio de 2025
em ESPORTE
Tempo de leitura: 2
0
Novas regras da Fifa impõem multa para casos de racismo no futebol e reforçam punição por WO

Gianni Infantino, presidente da Fifa Divulgação / FIFA

Mundo – A Fifa anunciou uma alteração no Código Disciplinar que busca endurecer a luta contra o racismo no futebol. O protocolo antirracista apresentado em 2024 agora passa a integrar essas regras, com aumento da multa e reforço sobre WO para o clube envolvido em casos.

O protocolo consiste em três passos usados para denunciar racismo em jogos de futebol. O jogador que for denunciar uma prática discriminatória deve fazer um gesto de ‘X’ com os braços cruzados. O árbitro, verificando a situação, também faz a sinalização, parando o jogo. Se a discriminação persistir, o juiz pode optar por uma suspensão temporária, última decisão antes de declarar derrota por WO do time envolvido no ato.

Agora, este protocolo integra o artigo 15 do Código Disciplinar, reforçando a regra. Todas as confederações filiadas da Fifa devem aplicar o protocolo. Além disso, a Fifa impôs uma multa máxima de 5 milhões de francos suíços (R$ 34 milhões) para casos de racismo em jogos.

A Fifa permite que árbitros e jogadores ajudem a identificar indivíduos que cometam atos racistas para facilitar ações necessárias, como remoção do torcedor do estádio. A entidade também ganha o direito de ir ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) para intervir em casos nos quais entender que não houve ação suficiente por seu membro filiado.

“O Código Disciplinar revisado representa uma mudança radical no objetivo da Fifa de aprimorar sua estrutura regulatória para processar e sancionar discriminação e abuso racista em cooperação com nossas 211 Associações-Membro da FIFA”, falou o presidente Gianni Infantino.

Além do aumento de participantes na Copa do Mundo Feminina, a Fifa reconheceu informalmente a seleção de refugiadas afegãs, que agora pode realizar treinamentos e jogar amistosos validados pela entidade.

“Estamos muito orgulhosas de ser parte da história em ajudar a Fifa a reconhecer a primeira seleção de refugiadas”, declarou Khalida Popal, criadora da equipe e CEO da Girl Power Organization.

“Estamos contentes que a Fifa criou um caminho para jogadoras afegãs finalmente retornarem ao campo, mas continuo esperançosa que se possa melhorar seus estatutos para dar um reconhecimento oficial ao time”, conclui.

Segundo a diretoria-executiva da Aliança Esportes e Direitos, Andrea Florence, isso é um primeiro passo que comprova que a defesa incansável e persistentes pelas jogadoras afegãs. “No entanto, é importante observar que isso não aborda totalmente a discriminação de gênero em curso por parte da Federação Afegã de Futebol, que continua a proibir mulheres de jogar e as partidas da seleção de refugiadas não contarão para sua classificação oficial.”

Na Copa do Mundo de 2027, por exemplo, a seleção de refugiadas afegãs não poderão participar. “É urgente que a Fifa e suas filiadas tomem medidas necessárias para não permitir a discriminação de gênero contra as jogadoras afegãs, e usem seus poderes para garantir que mulheres e meninas do Afeganistão não sejam esquecidas”, argumentou a jogadora do time de refugiadas, Mursal Sadat.

*Com informações do Site Band.com

Tags: Futebol mundialNão ao racismoRegras da fifa

Leia também

Brasil fecha Copa do Mundo de ginástica com mais cinco pódios
DESTAQUE

Brasil fecha Copa do Mundo de ginástica com mais cinco pódios

21 de setembro de 2026
Brasil bate Colômbia e segue 100% no Sul-Americano masculino de vôlei
DESTAQUE

Brasil bate Colômbia e segue 100% no Sul-Americano masculino de vôlei

18 de setembro de 2026
Pela quinta vez, Brasil põe "trinca" nas semifinais da Libertadores
DESTAQUE

Pela quinta vez, Brasil põe “trinca” nas semifinais da Libertadores

18 de setembro de 2026
Jogo das Estrelas anuncia programação de dezembro em Manaus
ESPORTE

Jogo das Estrelas anuncia programação de dezembro e movimenta o calendário esportivo amazonense

17 de setembro de 2026
Fluminense leva susto, mas é 1º classificado à semi da Libertadores
DESTAQUE

Fluminense leva susto, mas é 1º classificado à semi da Libertadores

16 de setembro de 2026
Futebol de cegos: Brasil vai à final da Copa América contra Colômbia
DESTAQUE

Futebol de cegos: Brasil vai à final da Copa América contra Colômbia

11 de setembro de 2026
Ver mais

MAIS LIDAS

  • Michelangelo Botto lança obra sobre a luta pela Meia-Passagem

    Michelangelo Botto lança obra sobre a luta pela Meia-Passagem

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Jogo das Estrelas anuncia programação de dezembro e movimenta o calendário esportivo amazonense

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Amazonas Urgente recebe Cabo Daciolo, candidato ao governo do estado

    0 ações
    Compartilhar 0 Tweet 0
https://wa.me/5592993311697 https://wa.me/5592993311697 https://wa.me/5592993311697

Siga-nos

FALE CONOSCO

Todos os direitos reservados - Band Amazonas
Av. André Araújo, 1981 - Aleixo, Manaus - AM, 69060-000

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Contato
  • Notícias de Manaus, Amazonas e Brasil

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.