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Amazonas tem queda no desmatamento em 2026 revela avanço da fiscalização integrada e fortalecimento das políticas ambientais

Dados do sistema Deter apontam redução significativa no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025

Redação por Redação
14 de maio de 2026
em CIDADES
Tempo de leitura: 5
0
Amazonas tem queda no desmatamento em 2026 revela avanço da fiscalização integrada e fortalecimento das políticas ambientais

(Foto: Divulgação/ Ibama - AM)

Os dados mais recentes do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), apontam uma redução significativa do desmatamento no Amazonas no primeiro trimestre de 2026. Entre janeiro e março, o estado registrou 3.190 hectares desmatados, contra 4.567 hectares no mesmo período de 2025, representando uma queda de 30,1%.

No acumulado entre agosto de 2025 e março de 2026, a redução chega a 35,5%, passando de 30.057 hectares para 19.366 hectares. Na Amazônia Legal, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do Imazon, também confirmou tendência consistente de redução, com queda de 17% no trimestre e de 36% no acumulado de oito meses — o menor índice registrado desde 2017.

Os números reforçam uma mudança importante no cenário ambiental brasileiro após anos de crescimento das taxas de desmatamento e garimpo ilegal entre 2019 e 2022, período marcado por fragilização institucional, redução da capacidade operacional dos órgãos ambientais e enfraquecimento das políticas de comando e controle.

No terceiro mandato do presidente Lula, a política ambiental voltou ao centro da agenda federal. Entre as principais medidas estão a retomada do Fundo Amazônia, a recomposição de conselhos ambientais, o aumento do orçamento destinado à gestão ambiental — quadruplicado em relação ao piso do governo anterior — e o reposicionamento internacional do Brasil no debate climático, especialmente após a realização da COP30 no país.

Ainda assim, especialistas apontam que os avanços convivem com pressões políticas e econômicas permanentes. Ambientalistas criticam a lentidão em alguns processos estruturantes, enquanto setores ligados à expansão agropecuária e à infraestrutura acusam excesso de rigor ambiental.

Municípios críticos seguem sob forte pressão

Apesar da queda geral, algumas regiões continuam concentrando elevados índices de pressão sobre a floresta. Os municípios de Novo Aripuanã, Lábrea e Humaitá lideraram os registros de desmatamento no primeiro trimestre de 2026, com 338 hectares, 315 hectares e 288 hectares desmatados, respectivamente.

Esses territórios permanecem associados à expansão desordenada da fronteira econômica, grilagem de terras públicas, exploração madeireira ilegal, garimpo clandestino e ocupações irregulares.

Mesmo com a redução da área efetivamente desmatada, os alertas emitidos pelo sistema de monitoramento aumentaram 12% no Amazonas, passando de 141 para 159 registros. Esse crescimento não representa necessariamente aumento da devastação, mas sim maior capacidade de detecção e resposta preventiva graças ao aprimoramento tecnológico do monitoramento remoto.

Fiscalização integrada e tecnologia explicam parte dos resultados

Os resultados observados em 2026 decorrem principalmente do fortalecimento da fiscalização integrada entre órgãos federais e estaduais. Operações conduzidas pelo IBAMA, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Funai, IPAAM e SEMA-AM ampliaram a presença do Estado em áreas críticas da Amazônia, especialmente no sul do Amazonas.

O uso intensivo de inteligência ambiental, imagens de satélite, cruzamento de dados territoriais e monitoramento em tempo real permitiu respostas mais rápidas às infrações ambientais.

Embargos, destruição de equipamentos utilizados em crimes ambientais e ações de responsabilização civil e administrativa passaram a ocorrer de forma mais coordenada. Além da repressão direta, a estratégia atual também aposta em prevenção e recuperação ambiental.

PPCDAm volta a ocupar papel central

Grande parte da redução observada em 2025 e 2026 está associada à retomada do PPCDAm — Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal.

Criado em 2004, o PPCDAm foi responsável pela maior redução histórica do desmatamento na Amazônia entre 2004 e 2012, quando as taxas caíram cerca de 84%. Após um período de enfraquecimento entre 2016 e 2022, o plano foi relançado em 2023 e repactuado em 2026.

A quinta fase do PPCDAm (2023-2027) está estruturada em quatro grandes eixos:
• atividades produtivas sustentáveis;
• monitoramento e controle ambiental;
• ordenamento fundiário e territorial;
• instrumentos normativos e econômicos.

O plano integra ações de fiscalização, regularização fundiária, rastreabilidade de cadeias produtivas, bioeconomia, agricultura familiar, recuperação florestal e incentivos econômicos para conservação.

“A estratégia busca consolidar a meta brasileira de desmatamento ilegal zero até 2030 proposta pelo Presidente Lula e encaminhado pela Ministra Marina Silva com apoio dos órgãos executores da política nacional do meio ambiente como o Ibama”, Afirma Joel Araújo, Superintendente do Ibama no Amazonas.

Recuperação florestal ganha protagonismo

Uma das mudanças mais importantes na política ambiental recente é o fortalecimento das ações de recuperação de áreas degradadas.A Plataforma Recooperar, criada pelo IBAMA em 2024, já acompanha cerca de 480 mil hectares em recuperação ambiental obrigatória em todo o país, com forte presença na Amazônia.

No Amazonas, ações judiciais articuladas pela Advocacia-Geral da União garantiram a recuperação de áreas degradadas em municípios como Lábrea. Paralelamente, projetos de restauração ecológica e produtiva vêm sendo financiados pelo Fundo Amazônia e por programas federais de bioeconomia.

Iniciativas como o projeto “Floresta para o Bem-Estar” avançam na recomposição vegetal, plantio de mudas e regeneração produtiva em áreas degradadas.

PrevFogo amplia brigadas para enfrentar temporada de seca

Outro componente estratégico da política ambiental em 2026 é o fortalecimento do PrevFogo, centro especializado do IBAMA responsável pela prevenção e combate aos incêndios florestais.

A Portaria nº 64/2026 autorizou a contratação de brigadas federais em municípios estratégicos do Amazonas, incluindo Humaitá, Autazes, Lábrea, Barreirinha e Nova Olinda do Norte.

Para 2026, o planejamento nacional prevê mais de 120 brigadas e cerca de 2.600 brigadistas em todo o Brasil, com reforço especial na Amazônia.

A redução da degradação florestal causada por queimadas e extração seletiva, observada em março de 2026, demonstra a importância das ações preventivas antes do período mais severo da seca amazônica.

Incentivos positivos ganham espaço

Além das ações repressivas, o governo federal ampliou programas de incentivo à conservação. O Projeto Floresta+ Amazônia, financiado pelo Fundo Verde para o Clima, prevê cerca de US$ 96 milhões até 2026 para pagamentos por serviços ambientais, recuperação florestal e fortalecimento da governança ambiental.

Já o Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia mobiliza aproximadamente R$ 800 milhões em assistência técnica, regularização ambiental, recuperação de áreas degradadas e fortalecimento institucional de municípios prioritários.

A proposta é transformar municípios historicamente associados ao desmatamento em protagonistas de modelos econômicos sustentáveis baseados em bioeconomia, agricultura familiar, manejo florestal e restauração produtiva.

No Amazonas ampliou-se a presença de brigadas e brigadistas. Até 2022 eram 3 brigadas com 60 pessoas trabalhando, hoje são 8 brigadas com 198 agentes de prevenção e combate à incêndios florestais localizadas em:

  • Humaitá no Projeto de Assentamento Maria Auxiliadora (1),
  • Lábrea nos assentamentos federais da região (2),
  • Manicoré na Terra Indígena Tenharim Marmelos (1),
  • Apuí no Assentamento Apurinã-Guariba (1),
  • Autazes na Terra Indígena Recreio-São Félix (1),
  • Nova Olinda do Borte no Assentamento Curupira (1),
  • Barreirinha na Terra Indígena Andirá Marau (1).

FortFisc moderniza fiscalização do IBAMA

Outro marco recente foi a criação do FortFisc, maior projeto já financiado pelo Fundo Amazônia para o IBAMA.
Com investimento de R$ 825,7 milhões, o programa prevê aquisição de helicópteros, drones de alta tecnologia, bases móveis, sistemas de inteligência artificial e novas estruturas operacionais para fiscalização ambiental.
O projeto amplia significativamente a capacidade de atuação do Estado em regiões remotas da Amazônia Legal, aumentando segurança operacional, rapidez de resposta e cobertura territorial.

A modernização da fiscalização é considerada estratégica para manter a tendência de redução do desmatamento observada em anos anteriores.

Avanços coletivos importantes

A redução do desmatamento não pode ser interpretada apenas como consequência de operações repressivas isoladas. Ela resulta da combinação entre governança climática, presença estatal, monitoramento científico, cooperação federativa, recuperação ambiental e fortalecimento de alternativas econômicas sustentáveis.

O desafio agora é garantir continuidade política, estabilidade institucional e financiamento de longo prazo para consolidar a trajetória de queda e evitar novos ciclos de avanço da devastação na Amazônia.

*Com informações de Joel Silva / Ibama – AM

Tags: AmazonasdesmatamentoIbamaJoel SilvaManausmeio ambientePRESERVAÇÃOproteçãoredução

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