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Fumaça cobre o céu de Borba, no interior do Amazonas, após possível crime ambiental

O incêndio devastou cerca de 1.500 hectares de terra e deixou a cidade coberta de poluição

Redação por Redação
31 de outubro de 2025
em CIDADES, DESTAQUE
Tempo de leitura: 2
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Fumaça cobre o céu de Borba após possível crime ambiental

(Foto: Thiago Poncio)

Borba (AM) – O ativista ambiental Matheus Garcia, coordenador do Projeto Galho Forte e diretor de Inovação e Sustentabilidade da GBR Componentes da Amazônia, denunciou nesta quinta-feira (30/10) uma queimada de grandes proporções registrada na Fazenda Guajara, conhecida como “Fazenda Brasília”, na zona rural do município de Borba, interior do Amazonas.

O incêndio devastou cerca de 1.500 hectares, o equivalente a 180 Arenas da Amazônia, e deixou a cidade coberta por uma densa camada de fumaça. A poluição atmosférica também atingiu Manaus, que amanheceu sob forte neblina.

De acordo com Matheus, que esteve no local, a situação é mais um reflexo da falta de controle e fiscalização ambiental no estado.

Em Borba, no interior do Amazonas, fumaça cobre o céu após possível crime ambientalO ativista ambiental Matheus Garcia, coordenador do Projeto Galho Forte e diretor de Inovação e Sustentabilidade da GBR Componentes da Amazônia, denunciou nesta quinta-feira (30/10) uma queimada de grandes proporções registrada na Fazenda Guajara, conhecida como “Fazenda Brasília”, na zona rural do município de Borba, interior do Amazonas. O incêndio devastou cerca de 1.500 hectares, o equivalente a 180 Arenas da Amazônia, e deixou a cidade coberta por uma densa camada de fumaça. A poluição atmosférica também atingiu Manaus, que amanheceu sob forte neblina. De acordo com Matheus, que esteve no local, a situação é mais um reflexo da falta de controle e fiscalização ambiental no estado. “O que aconteceu em Borba é mais um retrato doloroso da falta de responsabilidade ambiental que ainda persiste no Amazonas. Estamos falando de uma queimada ilegal que devastou uma área equivalente a 180 Arenas da Amazônia e que não pode ser tratada como um simples descuido. É crime ambiental e precisa ser investigado e punido com rigor. Cada hectare queimado representa a perda de vidas, de biodiversidade e de equilíbrio climático. Denunciar e cobrar responsabilidade é um dever de todos: sociedade, autoridades e iniciativa privada. Eu acredito que só com consciência coletiva e ação firme vamos conseguir proteger o que ainda resta da nossa floresta e garantir um futuro sustentável para as próximas gerações”, afirmou. O Projeto Galho Forte, idealizado pelo deputado federal Amom Mandel (Cidadania-AM), que também esteve presente na região das queimadas, acompanha o caso e defende uma resposta imediata das autoridades. O movimento atua na promoção de mutirões de limpeza, ações de conscientização e combate ao descarte irregular de resíduos, sempre alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente o ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima) e o ODS 15 (Vida Terrestre). Para Matheus, episódios como o de Borba reforçam a necessidade de políticas públicas que unam desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental. “A Amazônia não pode continuar pagando o preço da omissão. O que está em jogo não é só a floresta, é o futuro de quem vive nela”, completou.
(Foto: Liss Trindade)

“O que aconteceu em Borba é mais um retrato doloroso da falta de responsabilidade ambiental que ainda persiste no Amazonas. Estamos falando de uma queimada ilegal que devastou uma área equivalente a 180 Arenas da Amazônia e que não pode ser tratada como um simples descuido. É crime ambiental e precisa ser investigado e punido com rigor. Cada hectare queimado representa a perda de vidas, de biodiversidade e de equilíbrio climático. Denunciar e cobrar responsabilidade é um dever de todos: sociedade, autoridades e iniciativa privada. Eu acredito que só com consciência coletiva e ação firme vamos conseguir proteger o que ainda resta da nossa floresta e garantir um futuro sustentável para as próximas gerações”, afirmou.

O Projeto Galho Forte, idealizado pelo deputado federal Amom Mandel (Cidadania-AM), que também esteve presente na região das queimadas, acompanha o caso e defende uma resposta imediata das autoridades. O movimento atua na promoção de mutirões de limpeza, ações de conscientização e combate ao descarte irregular de resíduos, sempre alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente o ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima) e o ODS 15 (Vida Terrestre).

Para Matheus, episódios como o de Borba reforçam a necessidade de políticas públicas que unam desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental.

Em Borba, no interior do Amazonas, fumaça cobre o céu após possível crime ambientalO ativista ambiental Matheus Garcia, coordenador do Projeto Galho Forte e diretor de Inovação e Sustentabilidade da GBR Componentes da Amazônia, denunciou nesta quinta-feira (30/10) uma queimada de grandes proporções registrada na Fazenda Guajara, conhecida como “Fazenda Brasília”, na zona rural do município de Borba, interior do Amazonas. O incêndio devastou cerca de 1.500 hectares, o equivalente a 180 Arenas da Amazônia, e deixou a cidade coberta por uma densa camada de fumaça. A poluição atmosférica também atingiu Manaus, que amanheceu sob forte neblina. De acordo com Matheus, que esteve no local, a situação é mais um reflexo da falta de controle e fiscalização ambiental no estado. “O que aconteceu em Borba é mais um retrato doloroso da falta de responsabilidade ambiental que ainda persiste no Amazonas. Estamos falando de uma queimada ilegal que devastou uma área equivalente a 180 Arenas da Amazônia e que não pode ser tratada como um simples descuido. É crime ambiental e precisa ser investigado e punido com rigor. Cada hectare queimado representa a perda de vidas, de biodiversidade e de equilíbrio climático. Denunciar e cobrar responsabilidade é um dever de todos: sociedade, autoridades e iniciativa privada. Eu acredito que só com consciência coletiva e ação firme vamos conseguir proteger o que ainda resta da nossa floresta e garantir um futuro sustentável para as próximas gerações”, afirmou. O Projeto Galho Forte, idealizado pelo deputado federal Amom Mandel (Cidadania-AM), que também esteve presente na região das queimadas, acompanha o caso e defende uma resposta imediata das autoridades. O movimento atua na promoção de mutirões de limpeza, ações de conscientização e combate ao descarte irregular de resíduos, sempre alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente o ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima) e o ODS 15 (Vida Terrestre). Para Matheus, episódios como o de Borba reforçam a necessidade de políticas públicas que unam desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental. “A Amazônia não pode continuar pagando o preço da omissão. O que está em jogo não é só a floresta, é o futuro de quem vive nela”, completou.
(Foto: Liss Trindade)

“A Amazônia não pode continuar pagando o preço da omissão. O que está em jogo não é só a floresta, é o futuro de quem vive nela”, completou.

Tags: Amazonasamom mandelBorbaCéuCobreDevastaçãofogofumaçaGalho ForteGBR ComponentesincêndiointeriorMatheus Garcia

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Defensoria Pública celebra Dia das Mães com foco no fortalecimento de vínculos de jovens do sistema socioeducativo Atividade do projeto ‘Ensina-me a Sonhar’ no Centro Dagmar Feitoza contou com palestra do escritor Tenório Telles e confraternização entre filhos e mães A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) realizou, nesta quarta-feira (6), uma atividade especial do projeto “Ensina-me a Sonhar” no Centro Socioeducativo Dagmar Feitoza, localizado no bairro Alvorada, na Zona Centro-Oeste de Manaus. A ação em homenagem ao Dia das Mães, celebrado no próximo domingo, reuniu jovens que cumprem medidas socioeducativas e suas mães, em uma tarde com palestra do escritor Tenório Telles e momento de confraternização. Coordenador do “Ensina-me”, o defensor público Eduardo Ituassú explica que uma das técnicas de abordagem da socioeducação e da ressocialização é a reinserção familiar e o estreitamento dos vínculos familiares. “Muitas vezes, os adolescentes quando passam por esses problemas estão com os vínculos familiares fragilizados e até rompidos. Então, a equipe técnica faz esse trabalho de reestreitar o vínculo, e a Defensoria vem buscando isso também”, disse. “Por isso, trouxemos mães biológicas e afetivas para esse momento, essa tarde de poesia, de reflexão e exemplos, mostrando que todos nós temos problemas, mas todos nós também temos capacidade de superá-los”, pontuou. A iniciativa foi recebida com emoção pelas mães presentes. Mariana de Oliveira Gomes disse que momentos como esse são essenciais para que os jovens compreendam o valor da união familiar em suas vidas. “Hoje percebi que todos nós temos lutas parecidas. E nós não podemos desistir dos nossos filhos, porque eles são presentes de Deus nas nossas vidas”, afirmou. O sentimento de esperança também foi compartilhado por Grasiane Rodrigues Andrade, que vê no projeto uma oportunidade de recomeço após períodos de extrema dificuldade. “É um incentivo e uma ajuda muito grande. É um recomeço para nós, como mães, e para nossos filhos voltarem a sonhar”, disse. Grasiane relatou sua luta pessoal, mencionando que o filho chegou a viver em situação de rua por meses e que ela enfrentou a depressão, mas que hoje vive um momento de renovação. “Para mim é uma esperança nova. Acredito que hoje meu filho está por cima de tudo o que ele passou, assim como todos os jovens que estão aqui”, acrescentou. Palestrante convidado, o escritor Tenório Telles contou um pouco de sua trajetória e a importância do apoio e aconselhamento da mãe para o seu desenvolvimento pessoal. Sobre o diálogo com os jovens e suas mães, ele descreveu a experiência como um momento de profunda humanidade e solidariedade. Conforme o escritor, ouvir os relatos de sacrifício das mães reforça a necessidade de ações coletivas para o resgate dos jovens. “São momentos que nos fazem ver como podemos contribuir para o processo de resgate da vida das pessoas, em especial dos jovens. O ‘Ensina-me a Sonhar’ é um projeto de profunda humanidade e um exemplo do que pode ser feito para melhorar a sociedade e proporcionar oportunidades para famílias que, muitas vezes, vivem no desespero”, observou Telles. “Saio daqui contente, muito feliz de ver que esse trabalho está dando resultados e que muitas mães estão conseguindo resgatar seus filhos da violência”, concluiu. A atividade contou com a participação das defensoras Monique Cruz e Dâmea Mourão, também coordenadoras do “Ensina-me a Sonhar”, e com o apoio técnico dos servidores da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Sejusc). Sobre o projeto Lançado em 2017, o projeto “Ensina-me a Sonhar” promove para jovens em cumprimento de medidas socioeducativas oficinas, palestras e ações formativas voltadas à educação, cidadania e inserção no mercado de trabalho, evitando reincidências. Profissionais de diversas áreas conversam com os jovens, visando ampliar perspectivas para os adolescentes. “Buscamos mostrar para os adolescentes que todos nós passamos problemas, mas todos nós temos a capacidade de nos reinventar. Então, o Ensina-me a Sonhar mostra as possibilidades, procurando dar um novo caminho e mostrar para a família que tudo é possível”, explicou o defensor Eduardo Ituassú. Texto: Luciano Falbo Fotos: Luiz Felipe Santos/DPE-AM
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